Viver é sonhar, morrer é despertar

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Os tempos em que vivemos e o sentido do trabalho sobre si.

Vivemos num tempo decisivo, nossa existência é um presente, nosso tempo é um bem altamente precioso, é como um combustível que vamos utilizando sem possibilidade de reabastecimento, todavia e cada vez mais as pessoas utilizam seu tempo como o que existe de mais ordinário e estúpido. As pessoas tem se idiotizado a níveis impressionantes ora agindo com uma imaturidade infantil, em outros momentos reagindo pior que um animal. 
Os animais coabitam no período fértil para reprodução, o chamado ser humano fornica a toda hora, acompanhado ou individualmente. O animal ataca alguma presa por instinto a qual a natureza estabeleceu, ele não dispõe de livre arbítrio ou escolha. O chamado ser humano agride por qualquer coisa mesmo tendo a opção de escolha em fazê-lo. O animal cumpre com seu papel e o chamado homem não cumpre com nada, apenas alimenta seus desejos e apetites, seu egoísmo, sua vaidade e ostentação, se perde no mar da distração. O mesmo ser humano acredita que por escrever, se comunicar e dominar uma pequena parcela da ciência, mesmo que de forma deficitária é um ser supremo. Deveria ser e foi chamado a isso, apenas que não tem capacidade de responder a esse chamado se animalizando e hoje se rebaixando mais que um animal da natureza.

Aqueles que descobriram o caminho estreito que conduz a liberdade que se agarrem e muito ao trabalho interno e suportem a pressão que vem de dentro. Não pode existir pressão externa uma vez que aquilo que nos chega são apenas impressões e estas não vem carregadas disso ou daquilo senão que nos mesmos validamos aquilo que nos chega segundo nossa psicologia.

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